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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Balanço do ano - filmes

Este ano fica marcado pelo meu regresso ao cinema. Recentemente fui ver o Avatar. Para além disso, vi o dvd do último Harry Potter e foi o primeiro filme da série que gostei e não tenho quaisquer reservas ou reparos a fazer.

Vi em dvd o filme “Tudo o que perdemos” e gostei bastante dele, tal como aqui falei. Comprei o dvd “O Grande Silêncio” e também gosto bastante dele.

Que mais? Vi o Persepolis, que condiz bem com o livro Caderno Afegão.

E há esta época de festas natalícias em que pode-se ver alguns filmes de sucesso.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Tudo o que perdemos

A meio da Quaresma uma colega minha emprestou-me este filme “Tudo o que perdemos” no original “Things we lost in the fire”.



Devo dizer que o filme surpreendeu-me muito. Eu não tinha um boa impressão do Benicio Del Toro, talvez porque nunca tinha visto um filme dele e só o conhecesse de nome e de alguns trailers. Mesmo a Halle Berry foi uma agradável surpresa, apesar de saber que era um boa actriz. Também aparece como personagem principal o actor David Duchovny (o Fox Mulder dos Ficheiros Secretos).

O filme trata do luto da viúva da personagem do David Duchovny e da relação dela com o amigo de infancia do marido, o toxicodependente interpretado pelo Benicio. É curioso ver o processo de luto decorrer ao mesmo tempo que a reabilitação da toxicodependência.

Gostei bastante do filme. É realista, mas não não chega a ser negro. Recomendo. Aqui fica o trailer, let's look...


sábado, 4 de abril de 2009

O Grande Silêncio II


Passei a tarde de hoje a ver o dvd. Gostei do filme. É desafiante ver um filme em que os planos são longos, não há banda sonora só os sons ambientes e mesmo esses muitos vezes não existiam. É outra noção de tempo.


Quando terminou o filme sentia-me em Sábado Santo depois de um dia de jejum sonoro. Senti aquele silêncio enchendo-me os ouvidos. Posso dizer que gostei muito do filme e recomendo.

O Grande Silêncio

Hoje comprei este dvd




Já há muito tempo que andava à procura deste filme. Não fui ao cinema vê-lo, mas queria tê-lo. Hoje consegui encontrá-lo na Fnac do Chiado.

Este estilo de vida fascína-me. Não sei se conseguia viver desta forma (ainda não vi o filme).

Acho que deve ser um bom filme para nos acompanhar nesta semana que é a Semana Maior para a nossa fé.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Mulheres que me fascinam I

Há dias descobri que existe um pequeno grupo de figuras públicas femininas que por uma razão ou outro despertam a minha imaginação. Essa descoberta aconteceu quando via por acaso o início do programa Minha Geração da Catarina Furtado. A década abordada era a actual.

Nesse programa estiveram duas mulheres que me tocam profundamente. Neste post vou falar da Rita Redshoes. A bem da verdade acho que foi naquele dia que a vi pela primeira vez, embora já a conhecesse de a ouvir na rádio. Por isso o meu fascínio não está relacionado com a beleza dela, ela ajuda, mas não o despoletou. Talvez tenha sido a música, sobretudo o tema “The Beginning Song”.

Mas o que eu acho que me fascina mesmo é a voz, não o som, mas a voz, a maneira como ela usa o som da sua voz. Agora que tento escrever o que ela me transmite vejo que é muito difícil explicar. Tenho que usar imagens tal como ela tenta usar referências cinematográficas na sua música.

Ao ouvi-la, ou somente a recordar-me da sua voz a cantar, tenho a sensação de querer estar mais próximo, de estar seguro e poder viajar por mundos de emoções. Ela é uma boa companhia e eu também. Há calor, conforto. Lembrei-me agora daquele filme “The Neverending Story” quando o protagonista voa nas costas do cão voador. Planam por entre as nuvens, há liberdade, não há mais nada para além daquele momento.

Por outro lado há carinho na voz, na entoação, mas isso deve ser do tema da canção.

A Rita Redshoes estimula o meu lado imaginativo.