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sábado, 12 de março de 2011

Sobre a energia nuclear



Por causa deste tipo de coisas é que não apoio o uso de energia nuclear. Se no Japão que é dos país mais avançados isto acontece, nem quero imaginar noutros países.

Quando alguém vier dizer que precisamos de uma central nuclear, eu direi que prefiro pagar gasolina a dois ou três euros a estar sujeito a uma coisa destas.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Há Esperança

Há esperança.

As olaias começam a florir (neste ano as primeira flores vieram mais tarde, ver mensagem do anos passado), a Primavera está perto e este longo Inverno está a chegar ao fim.

Tal como pelos sinais da natureza dias melhores se aproximam, quais sãos os sinais que tu, meu leitor, encontras nas tua vida que indiquem que o Senhor está perto?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Conversa à chuva III

Saí da editora Presença e fui subindo tendo em vista dois factores: cruzar o Parque para o outro lado perto do pavilhões do Grupo Leya e fazer isso numa altura de menos chuva. Nesta altura já não olhava para os livros.

Fui abrigando-me onde podia, escolhia pavilhões com menos gente para ficar mais abrigado. A chuva não parava e fiquei um pouco de mais tempo no pavilhão da editora Guerra e Paz. Um senhor por trás do balcão começou a falar comigo. Falou que São Pedro não estava a ajudar a crise. Eu disse que sim. E a conversa começou a assim. Nessa altura reparei que havia uma série grande de volumes do mesmo livro. Ele disse-me que era o autor e começou a falar-me do livro “A Especiaria”. Achei interessante o que me disse e acabei por comprá-lo.



O autor do livro chama-se António Oliveira e Castro, pela breve biografia na orelha do livro teve uma vida interessante, movimentada e cheia actividades diferentes umas das outras. O que mais cativa nele a forma de falar connosco. Fala com paixão do que escreve e das investigações que fez para fundamentar o que escreve. Contou-me algumas histórias da relação dos portugueses com África que serviram para este livro e para o que está actualmente a escrever. Esta paixão também descobri no que me contou da sua vida recente. Era empregado bancário e chegado a uma altura da vida em que os filhos já começavam a estar encaminhados decidiu reformar-se e abraçar o sonho de fazer algo mais do que ser mero bancário. Este é o tipo de atitude que espero um dia poder tomar. Viver totalmente para aquilo para o qual nasci.

Acabei por contar-lhe que também escrevo. Partilhámos algumas experiências nesta área. Incentivou-me a nunca desistir do meu sonho. Foi uma conversa muito agradável. Naturalmente autografou-me o livro. Deixou também o endereço do blog que promove o livro e que aqui deixo: aespeciaria.blogspot.com. No final aproveitando o ambiente da conversa dei o endereço deste blog. Foi uma grande ousadia aos meus olhos (costumo ser muito acanhado, mesmo na blogesfera, podia promover este blog como muitos fazem, deixando comentários apelando retribuição da visita, mas não gosto, prefiro que descubram este blog por acaso ou através de outros blogs que estejam já ligados aqui). Acho que estive quase a pedir desculpa por estar a promover o meu blog, mas ele foi muito simpático e percebi que não é nada de mais dizer que se tem um blog e dar o endereço.

São Pedro através da chuva providenciou este encontro e esta conversa. Acabei por não ir ao Grupo Leya. Desci até ao Marques de Pombal e apanhei o primeiro autocarro que vinha para os meus lados.

(Ainda na feira comprei uma fartura para mim e outra para levar à minha mãe, que me pedira para matar saudades. Ao contrário do maestro d'Os Maias que se esqueceu das queijadas de Sintra, eu não me esqueci da fartura.)
(Esta foi a vez em que apanhei mais chuva sem estar protegido)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Conversa à chuva II

Como ontem estava a dizer, marquei mentalmente os livros do Grupo Leya que ponderava comprar. Enquanto estava nos pavilhões a chuva intensificou-se. Comecei a pensar que talvez não pudesse cumprir o ritual todo. Passei a andar de pavilhão em pavilhão abrigando-me debaixo das palas de cada um. Cada vez olhava menos para os livros. Desci pelo segundo corredor e no final decidi procurar o pavilhão da Presença para comprar os livros que tinha pensado em casa comprar.

Fui para o outro lado da feira. A chuva não parava. Andei abrigado-me aqui e ali. Estive um bom bocado abrigado numa tenda com cadeiras. Vi as reacções, ora assustadas ora de reconhecimento, de crianças perante a visão de um personagem de animação em carne e osso, muito feltro e espuma, que acenava para elas e estendia a mão para uma aperto. Era um carteiro que trazia um gato e este mexia a cabeça. As crianças mais pequenas tinham medo, as outras eram mais atrevidas e vinham apertar a mão dele. A rapariga que o acompanhava, ajuda e tirava fotografias era bem gira.

Houve uma altura em que pareceu-me haver um abrandar da chuva. Aproveitei para ir comprar os livros à Presença (também ficará para outra ocasião este assunto). Pelo caminho percebi que o tempo estava de chuva para ficar. Decidi voltar aos pavilhões do Grupo Leya e voltar para casa, sabe-se lá como.

Para não tornar este texto muito grande deixo para amanhã o que motivou a escrita desta série de textos.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Conversa à chuva I


No sábado passado fui à Feira do Livro. Na semana anterior andei adoentado e por isso deixei para esta. Devo dizer que foi uma saída extraordinária. Fora do comum para mim. E tudo por causa da chuva.

Começou a pingar mal saí do autocarro e não levava chapéu de chuva, nem casaco com capuz. Estava previsto tempo de chuva para domingo e não para sábado, por isso fui desta forma desprevenido. Também pensei que o tempo estaria como de manhã, uma ou outra pinga, mas com o sol a secar logo tudo. Mas não foi isso que aconteceu.

Comecei a percorrer a feira como habitualmente pelo lado do Pavilhão Carlos Lopes. Devo dizer que poucos pavilhões (palavra que dá uma imagem errada daqueles stands, mas como não queria usar a palavra stands, usei pavilhões, mas aqueles stands são meras barraquinhas de venda de livros sem dimensão de pavilhão, que parece ser uma coisa maior)(oops! usei a palavra indesejada três vezes!) me interessaram. Pelo menos no corredor mais à direita. O meu método para a feira do livro é subir por um corredor e descer pelo outro. Depois faço mesmo do lado da Estufa Fria (onde não me lembro de ter nunca entrado).

Assim subi a primeiro corredor e cheguei aos pavilhões do Grupo Leya (é curioso que um grupo editorial de livros se chame leya e não leia). Aí pensei comprar uns certos livros (hei-de falar disso noutra altura). Outro ritual meu nas feiras do livro é correr a feira toda, mascando mentalmente os livros que me interessaram para depois decidir comprar. Isso só não acontece quando ando à procura de um determinado livro que já queria comprar. Enfim é um ritual flexível.

Como o texto está a ficar longo continuo amanhã.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Olaias em flor II

Retomando este texto de há dias aqui fica um vídeo acabadinho de publicar.

Eu devia andar com a câmara pelo bairro e filmar a quantidade de árvores destas que estão a florir.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Olaias em flor

De há duas ou três semanas para cá o tempo estado bastante primaveril. Como consequência disso há umas árvores que já começam a ganhar vida. Penso que são olaias da variante de flor branca. Estas árvores têm a característica engraçada de florir antes de nascerem as novas folhas. E é isso que está a acontecer aqui na minha zona.
As olaias de flor cor de rosa ainda não despertaram, mas a brancas já. Tentei filmar uma, mas a imagem ficou feia, por isso fica só o texto.
Também já há muitas flores a despontar da relva. Por estes lados há muitos espaços relvados.
Este tempo primaveril é bastante estimulante.