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terça-feira, 26 de maio de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Poupança
Há dias ouvi no Rádio Club uma pequena entrevista ao jornalista Camilo Lourenço. Falaram do livro “Como Esticar o Salário e Encurtar o Mês”.
Ele deu dois truques para se poupar dinheiro que achei muito interessantes.
O primeiro truque é para quem tem empréstimos de para a habitação. Como se sabe as taxas de juros estão a baixar, começaram sensivelmente há seis meses. Ou seja, a partir de agora a prestação começa a baixa, se é que já não baixou. O truque é pegar na diferença que se poupa na prestação e aplicar num depósito a prazo, num daqueles em que se pode fazer reforços. Não é muito importante a taxa de juro, o que importa é reservar aquele dinheiro que começa a sobrar. Para quê? Inevitavelmente daqui a um ou dois anos as prestações irão subir outra vez (espero que não tanto, mas irão). Nessa altura poder-se-á pegar no amealhado no depósito e amortizar o empréstimo. Com um pouco de sorte a nova prestação até poderá manter-se inalterável.
O segundo truque é aplicado numa primeira abordagem às famílias com crianças. Nos tempos actuais as novas gerações não têm nenhuma noção do que é poupar. Por isso o Camilo citou uma ideia que recebeu de um curso nos Estados Unidos. Para educar uma criança a poupar ele propõe que seja dada a ela três mealheiros:
- um para as despesas do mês seguinte;
- outro para um projecto especial, por exemplo uma bicicleta nova;
- um terceiro para nunca mexer, com o objectivo de guardar para o futuro, ajuda para a entrada de uma casa, para um curso universitário.
Ele deu dois truques para se poupar dinheiro que achei muito interessantes.
O primeiro truque é para quem tem empréstimos de para a habitação. Como se sabe as taxas de juros estão a baixar, começaram sensivelmente há seis meses. Ou seja, a partir de agora a prestação começa a baixa, se é que já não baixou. O truque é pegar na diferença que se poupa na prestação e aplicar num depósito a prazo, num daqueles em que se pode fazer reforços. Não é muito importante a taxa de juro, o que importa é reservar aquele dinheiro que começa a sobrar. Para quê? Inevitavelmente daqui a um ou dois anos as prestações irão subir outra vez (espero que não tanto, mas irão). Nessa altura poder-se-á pegar no amealhado no depósito e amortizar o empréstimo. Com um pouco de sorte a nova prestação até poderá manter-se inalterável.
O segundo truque é aplicado numa primeira abordagem às famílias com crianças. Nos tempos actuais as novas gerações não têm nenhuma noção do que é poupar. Por isso o Camilo citou uma ideia que recebeu de um curso nos Estados Unidos. Para educar uma criança a poupar ele propõe que seja dada a ela três mealheiros:
- um para as despesas do mês seguinte;
- outro para um projecto especial, por exemplo uma bicicleta nova;
- um terceiro para nunca mexer, com o objectivo de guardar para o futuro, ajuda para a entrada de uma casa, para um curso universitário.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
E se eu processasse o Estado?
Na semana passada ouvi, embora tenha sido na televisão, à hora de almoço ouço mais do que vejo, uma notícia que achei muito interessante. Os accionistas do BPP, pelo menos alguns, ponderavam processar o Estado por não exercido convenientemente a sua função de regulador dos mercados. Ele não exerceu essa função e os accionistas lucraram com isso, ou não?
Enfim, o que me levou a escrever agora foi esta ideia de processar o Estado por algo que ele devia ter feito e não fez. E apeteceu-me processar por meu lado o Estado pela má educação que me deu. Eu gostaria de ter um conhecimento e manejo da língua portuguesa bem melhor. Quem sabe se com uma melhor educação eu teria ido à universidade? Ou até teria seguido outro caminho?
Para me dar razão veio o eurodeputado Vasco Polido Valente, presidente do júri de um prémio literário, que na primeira edição desse concurso justificou em parte a não atribuição de qualquer menção devido à fraca qualidade das obras propostas. E essa fraca qualidade tinha por base a diminuição da qualidade do ensino nas últimas décadas.
Teria ou não teria motivos para processar o Estado?
Enfim, o que me levou a escrever agora foi esta ideia de processar o Estado por algo que ele devia ter feito e não fez. E apeteceu-me processar por meu lado o Estado pela má educação que me deu. Eu gostaria de ter um conhecimento e manejo da língua portuguesa bem melhor. Quem sabe se com uma melhor educação eu teria ido à universidade? Ou até teria seguido outro caminho?
Para me dar razão veio o eurodeputado Vasco Polido Valente, presidente do júri de um prémio literário, que na primeira edição desse concurso justificou em parte a não atribuição de qualquer menção devido à fraca qualidade das obras propostas. E essa fraca qualidade tinha por base a diminuição da qualidade do ensino nas últimas décadas.
Teria ou não teria motivos para processar o Estado?
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