sábado, 1 de maio de 2010

No dia em que aderi ao Facebook...

… o mundo não acabou, mas que não me sinto lá muito bem é verdade.

Pois é, mais uma machadada na minha imagem de entidade alternativa e que não vai em modas.

Por outro lado, arrisco-me, a acreditar no que é pedido no registo, a ser expulso de lá, já que estou registado com nome Jota El (eu queria em minúsculas, mas não consegui) e não com o meu nome civil.

Depois de explorar aquilo um pouco cheguei à conclusão que estou um pouco à margem do espírito da aplicação e por isso mantenho-me um pouco à margem da moda. Mais, sou assim como que subversivo. Imagino que não irei ter muitos contactos, menos do que aqui.

Meti-me nisto por convite de uma amiga e colega de trabalho. Percebi logo o que quer dizer rede social. Com essa amiga vieram logo os outros amigos/contactos dela. Em poucos minutos, se eu quisesse, poderia ter establecido dezenas de contactos. Que consequências isso teria? Parece-me que em todos os contactos, quando alguém escreve algo no “seu mural”, vai aparecer essa mensagem. Se a minha amiga escrever algo eu vou receber, mas também todos os contactos dela. Já não tenho a certeza se os contactos dos contactos dela, também receberão. É de loucos, mas óptimo para quem quiser divulgar alguma coisa: livros, música, eventos. É por isso que se chama rede social.

O facto de estar registado com pseudónimo vai impossibilitar que pessoas do meu passado me encontrem. Esta é outra característica do Facebook. Ajuda ex-conhecidos a reencontrarem-se. No registo é pedido para se pôr a escola secundária, a faculdade e a empresa. Eu só coloquei as escolas secundárias mais tarde. Naturalmente fui à procura da minha escola. Há um grupo, mas não encontrei ninguém que eu possa dizer que conheço. Já tinha dito que não me lembro de quase nada e confirmei mais uma vez.

Nem quero meter-me em jogos. Já estou metido em jogos suficientes.

Neste momento a informação pessoal que está lá é só a que já aqui coloquei: escolas por onde andei e religião. No futuro, se Deus quiser, poderei anunciar lá a publicação de livros ou outra qualquer iniciativa minha, se valer a pena... claro (se mantiver um só contacto, não deve valer a pena).

1 comentário:

Daniel Fortuna disse...

Jota, não vejas o Facebook como uma moda, não é disso que se trata.
Abraço